
Pois é, fico muito tempo sem escrever nada nesse blog, acho eu que faço isso por acreditar que não há muita relevância em falar sobre filmes que todo mundo conhece e tem sua opinião formada, principalmente os mudiernos alternativos de plantão. Também não quero vir aqui pra escrever sobre filmes super-ultra-cool, desconhecidos do público e apreciadíssimos pelo público mudierno alternativo de plantão. De novo.
Quando venho e escrevo, é porque estou muito afim de falar de um filme que realmente, eu disse realmente, gosto. E hoje não vai ser diferente. Pois bem, estava eu olhando uns sites sobre design, quando me deparo com um link que leva para a abertura do filme "To kill a monkingbird", "O céu é para todos" em português. Um filme clássico, ousado para época - 1962 - em uma América impregnada, mais do que hoje, de racismo, em que vemos o mundo pelos olhos de 3 crianças, que admiram seu pai, vivido por Gregory Peck, que ganhou o Oscar por esse filme, e que defende um negro acusado de estupro. Ótimo roteiro, poético, político, magistral.
Engraçado que lembro de ver esse filme quando tinha uns 13 anos, em um inverno na praia, quando o Coruja Colorida passava filmes que valiam a pena ficar acordado. Essa deve ter sido a primeira vez das 4 vezes que revi, em ocasiões diferentes, esse filme, e o que lembro que me chamou a atenção, desde a primeira vez, foi a abertura do filme. Foi ela que me prendeu no primeiro segundo e fez eu ver o filme inteiro. Vale a pena ver o filme todo, mas se quiserem dar uma olhada na abertura, que não sei porque, tenho a impressão de ter visto colorida uma vez, olhem esse link: http://www.artofthetitle.com/2008/09/10/to-kill-a-mockingbird/ e vejam também o making of logo abaixo. Vale a pena uma sessão de sábado a noite. Abrax.